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	<title>rh em aprendizagem &#8211; Oakian &#8211; Consultoria em Cultura Organizacional</title>
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	<description>Conheça nossas soluções e cases em Cultura Organizacional, Endomarketing, Gestão de Pessoas e Comunicação Interna.</description>
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		<title>RH EM APRENDIZAGEM</title>
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				<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 20:36:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Stefarss Stefanelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Em aprendizagem]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Meu fascínio por ficção científica vem da infância, o que explica meus estudos sobre inteligência artificial em duas frentes de pesquisas: smart cities e cultura organizacional. Em tempos sem fronteiras para toda sorte de futuristas, o meu guru é o Watson, o supercomputador cognitivo da IBM, tem me levado a reinterpretar minha base de soluções para nossos clientes [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Meu fascínio por ficção científica vem da infância, o que explica meus estudos sobre inteligência artificial em duas frentes de pesquisas: <strong>smart cities e <a href="/">cultura organizacional</a>.</strong></p>
<p>Em tempos sem fronteiras para toda sorte de futuristas, o meu guru é o Watson, o supercomputador cognitivo da IBM, tem me levado a<strong> reinterpretar minha base de soluções para nossos clientes</strong> .</p>
<p>Isto é, mais inteligência, menos operação, mais produtividade, mais bem-estar, mais simples.<br />
Se tratando especificamente da Oakian, nossa clientela são as “pessoas das marcas”, em dois polos de trabalho.</p>
<p>Portanto são gestores, em sua maioria mulheres, em ascensão de carreira, <strong>atuando em postos-chave do desenvolvimento humano</strong> , nas áreas de RH, T&amp;D, DO e CI, em empresas players.</p>
<p>A missão desses times é <strong>selecionar, contratar, integrar, treinar, comunicar, motivar e engajar pessoas</strong> , os colaboradores.</p>
<p>Centenas, milhares desses colaboradores representam nosso segundo polo de ação e visão comportamental.<br />
Esse cenário de aprendizagem febril no desenvolvimento humano só pode ser observado porque há mudanças nas estruturas das culturas organizacionais, sem precedentes.</p>
<p>É febril, mas é campo de oportunidade.</p>
<p>Isto é, <strong>elevar a <a href="https://oakian.com.br/edicao/sua-revista-do-futuro-do-trabalho/">gestão de pessoas</a> como locomotiva da produtividade e protagonismo.</strong></p>
<p>Isso tudo buscando gerar impacto nos negócios e produtos da marca.<br />
Não há negócio competitivo que não esteja focado na revisão de seus modelos de gestão, de processos e de pessoas.</p>
<p>Há outro campo em ebulição: profissões que viram pó e profissões que surgem surdamente com valor instantâneo de contratação, também sem precedentes.<br />
Por isso, manter o negócio escalável, <i> up to date</i> , é o jogo mais ferrenho no mercado produtivo e o RH está neste epicentro.</p>
<p>São tomadas de decisões contínuas, com condizente incremento no volume de investimentos no setor.</p>
<p>O RH já interpretou que há novas e interessantes e valiosas camadas de anseios nos profissionais que busca contratar.</p>
<p><strong>O valor do tempo livre como benefício estratégico é um exemplo simples, mas poderoso</strong> .</p>
<p>Para mapear esses anseios, a inteligência artificial está a serviço das estruturas de RH.</p>
<p>É jogar o jogo, tendo na manga um novo script de competências “contratáveis”.</p>
<p>AI pode elevar culturas a um patamar de gestão sistêmica e viva.</p>
<p>Com posicionamentos tão mutáveis como vemos na <a href="https://oakian.com.br/edicao/sua-revista-do-futuro-do-trabalho/">gestão de pessoas</a>, algoritmos trazem respostas competitivas para o setor.</p>
<p>E vamos combinar, algoritmos invadiram nosso mundo a ponto de nossa identidade humana ser percebida em duas personas, <strong>a real e a virtual. </strong></p>
<p>AI está presente em produtos e na prestação de serviços de forma imperceptível, amplamente mapeada.</p>
<p>Nesse sentido, a AI gera escalas de análises de criticidades nos negócios, na produtividade, na implementação de projetos, na integração de plataformas, na pesquisa e desenvolvimento.</p>
<p>Além disso, gera um infindável número de novas profissões.</p>
<p>Sabendo disso, sua empresa já tem seus cientistas de dados?</p>
<p>Esse é um novo universo empresarial, se confrontarmos o hoje com o ecossistema da cadeia produtiva da última década.</p>
<h2>Mas, por que o RH da sua empresa ainda não usa inteligência artificial como força motriz?</h2>
<p><strong>Atingir o simples passa pelo complexo e sofisticado.</strong></p>
<p>Alguns pontos essenciais do “não uso” de AI.</p>
<ul>
<li>Receios naturais de interagir com o novo.</li>
<li>Receio de não saber reaprender.</li>
<li>Receio do investimento inócuo.</li>
<li>Receio de rupturas na cultura.</li>
<li>Receio de perder competências e de relevâncias profissionais próprias.</li>
<li>Receio de aquisição BI sem fluxos de integração e distribuição.</li>
<li>Receio de não identificar mais e facilmente competências e habilidades profissionais ideais, porque as matrizes estão obsoletas.</li>
</ul>
<p>Analisei uma pesquisa recente (<i> fonte: <a href="https://www.vagas.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vagas.com.br</a></i> ) que mostra um cenário conhecido e relevante.</p>
<p>A necessidade de mudança de visão dos profissionais das áreas de desenvolvimento humano que atendo como clientela em aprendizagem contínua.<br />
A partir da análise dessa pesquisa, os dados apontam que <strong>três em cada quatro profissionais de desenvolvimento humano, não estão totalmente preparados</strong> .</p>
<p>Além disso, 76% afirmaram que estão parcialmente preparados, 16% estão preparados.</p>
<p>E somente 8% estão totalmente preparados para lidar com o uso de soluções tech/AI.<br />
Isso, sendo que 77% dos participantes da pesquisa disseram que tem projetos em curso de inteligência artificial.</p>
<h2>Esqueça a visão de robôs que apertam porcas e parafusos</h2>
<p>Meu desafio profissional e empresarial é nessa escala.</p>
<p>Repensar culturas organizacionais como modelos vivos e circulantes.</p>
<p>Quebrar paradigmas do que deu certo ontem.</p>
<p>A contratação é o ponto zero e não cego nessa ordem de aquisição de mão-de-obra de valor.</p>
<p>Repensar.</p>
<p>Tudo é tão urgente e midiático nas relações humanas, com impacto nos modelos das relações profissionais. Interpretar e comprar AI como força motriz para elevar os ritos do selecionar e contratar.</p>
<p>Integrar em missões claras, mapeando uma maior retenção produtiva em cada contratado.</p>
<p>Trazer para a marca, profissionais que tenham um conjunto de habilidades tácitas entre elas, a atitude de promover as realizações do seu trabalho na empresa, por si mesmo, sem dependência total de líderes.</p>
<p>Potenciais influenciadores.</p>
<p>É um novo tempo, mesmo que ainda ressoe nas empresas o discurso de que lealdade é vestir a camisa da empresa.</p>
<p><strong>A lealdade hoje é a tomada de ação do indivíduo consigo mesmo e com seus propósitos profissionais amando a empresa em que trabalha</strong> .</p>
<p>Esse é o perfil de colaborador que permeará um ambiente organizacional <em>up to date</em>.</p>
<p>Vejo esse propósito de produtividade do negócio (com suas apocalípticas  metas) muito mais sob a batuta do RH do que dentro das áreas gestoras.</p>
<h2>Mudança no papel do RH</h2>
<p>Uma mudança radical de papel para o RH, do desenho de programas comportamentais para o desenho da estratégia de produtividade humana.</p>
<p>Tente hoje pedir em caráter de urgência para uma reunião estratégica o levantamento de mapeamento de metas e resultados integrados do último mês de todas as áreas, este documento não vai chegar às suas mãos.</p>
<p>De certo, robôs não irão tirar baias de trabalho de ninguém, porque robôs não precisam de baias.</p>
<p>É simbólico ilustrar aqui a inutilidade atual dessas clássicas baias.</p>
<p>Baias representam culturas organizacionais estáticas.</p>
<p>Este novo tempo do trabalho com seus universos conectados, pede também o extermínio das cadeiras de profissionais do RH.</p>
<p>Manter-se febril, em constante circulação.</p>
<p>Aquela máxima de conhecer o chão de fábrica ainda faz sentido, com uma poderosa conexão de bits no mobile.</p>
<p>São requisitos a esse novo RH que deve também repensar modelos de contratações e de formação da elite corporativa, os talentos e os líderes.</p>
<p>Nunca se investiu tanto em educação corporativa e, ao mesmo tempo, sem resultados específicos dos analíticos de produtividade.</p>
<p>AI resolve isso.<br />
Pessoas das marcas são as cerejas do bolo organizacional.</p>
<p>São diversas, expressivas, atuantes e mais propensas a fazer girar uma cultura ser circulante, se adequadamente inspiradas.</p>
<p>A busca por produtividade inteligente está eliminando até o crachá, um ícone corporativo.</p>
<p>AI está no acesso e na marcação de ponto digital.</p>
<p>É preciso que os ritos de contratação inutilizem essas indumentárias fordianas.</p>
<p>AI resolve isso.</p>
<p>Comecei esse texto falando sobre meu fascínio pelo Watson.</p>
<p>Mas meu fascínio por pessoas das marcas e seus comportamentos não é menor.<br />
Essa é a dobradinha deste século.</p>
<p>Pessoas e Watsons, focados em atingir as estrelas.</p>
<p>Com produtividade real.</p>
<p>Sem competição.</p>
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