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	<title>Destaque centro &#8211; Oakian &#8211; Consultoria em Cultura Organizacional</title>
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	<description>Conheça nossas soluções e cases em Cultura Organizacional, Endomarketing, Gestão de Pessoas e Comunicação Interna.</description>
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		<title>QUEM NASCEU PRIMEIRO, OS TRAINEES OU AS REDES SOCIAIS?</title>
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				<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 18:55:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Stefarss Stefanelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque centro]]></category>
		<category><![CDATA[Em aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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				<description><![CDATA[<p>Programas Trainee são processos puxados. Aspirantes ao cargo entram em maratona e se inscrevem em vários simultaneamente. No geral, são recém-formados e querem entrar no mundo profissional pela porta da frente, entenda-se, marcas players. Topam competir com milhares de candidatos. Média de inscritos por programa: 10.000. Média de vagas por ciclo anual: 20 a 50. [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Programas Trainee são processos puxados.</p>
<p>Aspirantes ao cargo entram em maratona e se inscrevem em vários simultaneamente.</p>
<p>No geral, são recém-formados e querem entrar no mundo profissional pela porta da frente, entenda-se, marcas players.</p>
<p>Topam competir com milhares de candidatos. <span id="more-381"></span></p>
<h3>Média de inscritos por programa: 10.000. Média de vagas por ciclo anual: 20 a 50.</h3>
<p>O modelo é <em>commodities</em> no mercado corporativo.</p>
<p>Programas Trainee buscam capturar talentos recém-formados para formatar a elite futura do negócio.</p>
<p>Esse modelo desenha um extenso e duro período de aprendizagem, em média, um a dois anos.</p>
<p>Respostas deste perfil de aprendizagem: inadequado e sem capilaridade.</p>
<p>Observe a velocidade do mercado atual, o volume de transformações nos ideais de um jovem profissional ou as inúmeras revisões de tomadas de decisão no modelo de negócio de uma empresa, em um, dois anos.</p>
<p>É mais um produto organizacional em crise.</p>
<p>Tem sido descontinuado nas estruturas de RH mais inteligentes.</p>
<p>Fatores dessa ruptura: retenção de trainees abaixo do esperado, aprendizagem que não atinge aos anseios do jovem profissional.</p>
<p>Líderes que não lideram nada e um mercado concorrente caçador ávido por talentos, são fatores que não geram aderência à cultura da empresa.</p>
<p>Investimentos aplicados não se recuperam e são times que não permanecem para perenizar a marca.</p>
<p>Amostragem da Você S/A aponta que 61% dos trainees contratados desistem em pleno processo de aprendizagem e migram para empresas concorrentes.</p>
<h3>Por que o modelo trainee entrou em falência?</h3>
<p>Por que trainees são filhos da internet das coisas, da inteligência artificial, de base de dados, da articulação febril das redes sociais e do Google responde.</p>
<p>Trainees são instrucionados a elevar o patamar da liderança na empresa e enfrentam situações básicas de descompasso nessa aprendizagem.</p>
<p>A comunicação que não flui, a transparência que tem lá seus limites, agilidade que não se põe a prova, superiores ainda ‘chefiando’ a autoridade de cargo, processos de gestão analógicos, e o mais incrível, proibição de acesso a redes sociais e até à Internet.</p>
<p><strong>O trainee é apenas uma referência de modelo profissional que exemplifica a limitação atual das estruturas de <a href="https://oakian.com.br/edicao/sua-revista-do-futuro-do-trabalho/">gestão de pessoas</a> no entendimento de uso de novos instrumentos de trabalho.</strong></p>
<p>Veja o contexto.</p>
<h2>Trainees e Redes Sociais: Investir e proibir.</h2>
<p>Articulação em redes é hoje fator preponderante de protagonismo profissional e, onde não há liberdade em se expressar, acredite, não se configura mais como emprego dos sonhos, independente da qualidade de benefícios e do valor de remuneração.</p>
<p>Afirmo isso porque o contexto de aprendizagem corporativa via redes virtuais ainda é quase nulo.</p>
<p>Contextos da amostragem da pesquisa (fonte: NPP, 2018), apontam as contradições das empresas em proibir esse perfil de aprendizagem:</p>
<ul>
<li><strong>29%</strong>  Não é permitido, não faz parte da cultura</li>
<li><strong>14%</strong>  Por não ser utilizado, não ter</li>
<li><strong>10%</strong>  Por falta de estratégia, conhecimento</li>
<li><strong>10%</strong>  Por falta de investimento</li>
<li><strong>10%</strong>  O acesso é limitado</li>
<li><strong>5%</strong>  Está em desenvolvimento</li>
<li><strong>3%</strong>  Utilizado somente para fins comerciais</li>
<li><strong>1%</strong>  Não acredita nesta forma de aprendizagem</li>
</ul>
<p>Redes de conexão propagam a marca no mercado por meio dos colaboradores e, ao mesmo tempo, são fontes inesgotáveis de pesquisas e de <em>insights</em> para as atividades de trabalho.</p>
<p>Naturalmente você já escutou em roda de <em>happy hour</em>, um amigo se queixando de que na empresa dele, que tem lá 30 mil colaboradores, as redes sociais e acesso a Internet são proibidos.</p>
<p>Há um hábito em mantermos imutável o que acreditamos estar dando certo.</p>
<p>Nos custa um certo tempo interpretar e testar o novo.</p>
<p>Há resistências de toda ordem, mas a maior resistência, observe, vem dos nossos meios, núcleos de interação.</p>
<p>Se o ambiente diz não, poucos dentro dele, vão dizer sim.</p>
<p>Empresas <em>up to date</em> buscam extrair de seus colaboradores, respostas que qualifiquem a melhoria do ambiente organizacional.</p>
<p>Há méritos para toda a sorte de programas, como o de Ideias Premiadas.</p>
<p>Modelos de gestão com regras de trabalho limitadoras continuam vivos e regem a rotina de colaboradores.</p>
<p>São rotinas tóxicas, sem qualidade, como as redes sociais se mal utilizadas.</p>
<p><strong>O não acesso às redes sociais e a comunidades virtuais exclui a liberdade de se provocar uma cultura circulante e proativa.</strong></p>
<p>Reverter isso, é uma oportunidade em se construir rapidamente um ecossistema incomum, para scripts organizacionais novos.</p>
<p>Medir erros e se remodelar, medir acertos e ampliar a escala de produtividade do trabalho.</p>
<h3>Veja porque estar conectado no trabalho pode ser mesmo muito produtivo:</h3>
<ol>
<li>O  <a href="https://www.whatsapp.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>WhatsApp </strong></a> tornou as rotinas de trabalho bem ágeis, <em>on demand</em></li>
<li>Comunidades virtuais, como  <strong>Workplace</strong> , ensinam a colaborar</li>
<li>Redes sociais como  <strong>Facebook </strong> provocam e balizam diálogos</li>
<li>No  <strong>Twitter </strong> aprender a escrever curto vai melhorar a comunicação</li>
<li>O  <strong>Linkedin </strong> soma informações de relevância e <em>networking</em> privilegiado</li>
<li>Um  <strong>Webinar </strong> de 30 minutos vale por seis meses de pós-graduação</li>
<li><strong>Conference call </strong> organiza o repertório no coletivo</li>
<li>No <strong>Instagram</strong>  há acesso a uma vastidão de culturas do mundo</li>
<li>No <strong>Youtube</strong>  colaboradores amam aprendizagem por vídeo</li>
<li>A  <strong>TV eletrônica </strong> conta a história da empresa de forma instantânea</li>
</ol>
<p>O valor que o RH tanto procura nos perfis a contratar precisa ser reconfigurado para reconduzir o valor do ecossistema da <a href="https://oakian.com.br/edicao/sua-revista-do-futuro-do-trabalho/">gestão de pessoas</a>.</p>
<p>Basear perfis em competências orientadas à produtividade e não em liderança motivacional, por exemplo.</p>
<p>Vejo isso acontecer aqui ou ali, porém lento.</p>
<p>O não acesso a redes sociais e a falência dos <em>trainees</em> são pequenos grandes contextos nisso.</p>
<p>Há um valor imensurável para essas novas gerações em se adequar, abraçar <a href="https://oakian.com.br">culturas organizacionais</a> sem limites de circulação.</p>
<p>Lembra do é ‘proibido proibir’ de sua geração?</p>
<p>Trabalhar sem limites de recursos de conexão e com eles, aprender os próprios limites de uso ou de utilidade.</p>
<p>Redes sociais combinam com protagonismo, não?</p>
<p>Sua empresa quer protagonismo ou líderes?</p>
<p>Pegue os dois.</p>
<p><strong>Trainee e redes sociais</strong> nasceram juntinhos, por que separar ao invés de potencializar?</p>
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		<title>MENOS EMPREGO, MAIS OPORTUNIDADES</title>
		<link>https://oakian.com.br/sao-poucas-as-empresas-que-vivenciam-seus-conceitos-eticos/</link>
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				<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 00:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Stefarss Stefanelli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque centro]]></category>

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				<description><![CDATA[<p>Há um contexto contraditório, real e inibidor de geração de empregos no mercado.Leia Mais É a cadeia de modelos. Todo segmento tem modelo, toda empresa tem os seus. Modelos que perdem valor, vigor e consistências. O modelo da empregabilidade (é também o do desemprego) se orienta pelo modelo de contratação. O modelo do profissional desejado [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<p>Há um contexto contraditório, real e inibidor de geração de empregos no mercado.<span id="more-250"></span>Leia Mais<!--more--> É a cadeia de modelos.</p>
<p>Todo segmento tem modelo, toda empresa tem os seus.</p>
<p>Modelos que perdem valor, vigor e consistências.</p>
<p>O modelo da empregabilidade (é também o do desemprego) se orienta pelo modelo de contratação.</p>
<p>O modelo do profissional desejado é filtrado por critérios de habilidades técnicas do modelo de formação acadêmica.</p>
<p>O modelo de contrato de trabalho é firmado e orientado por cargo, salários e benefícios que por sua vez, define o modelo de produtividade, carga horária e até de localidade de atuação dessa mão de obra.</p>
<p>Uma dinâmica que contratou e desempregou por séculos no mundo.</p>
<p>Uma cadeia virtuosa de modelos até aqui que começa hoje a rarear a empregabilidade.</p>
<p>Como empregar neste modelo cartesiano se as profissões começam a ficar obsoletas para a essa nova ordem de produtividade?</p>
<p>Bastam universidades corporativas, mundos de aprendizagem modelares em um passado corporativo ali atrás?</p>
<p>As tecnologias, as inteligências cognitivas, a presença de chatshow, as redes sociais que abrigam bilhões de vozes nas mãos das pessoas (o celular) deixa o mundo corporativo e seus modelos de recrutamento, de T&amp;D e de comunicação, de ontem, mais instáveis.</p>
<p>Pega um formato com modelo não linear: Start ups e empresas unicórnios.</p>
<p>Operam em escala de capilaridade com reduzidíssimos quadros humanos.</p>
<p>Absorvem e desenham ao mesmo tempo, novas profissões, comportamentos e habilidades ainda sem nomes, mapeamento ou decodificadas.</p>
<p>Quebram com o rigor da estética formal das empresas.</p>
<p>Não são modelos cartesianos e provocam novas padrões de nesse novo formato de negócio. Toda grande empresa, percebe que já tem sua start up?</p>
<p><strong>Ambientes de atratividade profissional. Start up tem estrutura DNA orientada por movimentos e não por modelos.</strong></p>
<p><strong>Nossa missão: </strong>Levar essa mensagem ao mercado cliente.</p>
<p>Culturas organizacionais aptas a mapear camaleões e não apenas potenciais líderes.</p>
<p>Ressignificar em cenários de mudanças radicais.</p>
<p>Sem fidelidade, lealdade e lastro com perenidades.</p>
<p>Profissionais aptos a atuar sem modelos estáticos.</p>
<p>É pra esse visão e remodelagem que trabalhamos na <a href="/">Oakian</a>.</p>
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